O Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, se sustenta em terreno negativo, apesar dos dados ruins sobre a atividade econômica no Brasil. Às 13h22, o indicador operava em alta de 0,77%, aos 60.756 pontos. Já o dólar comercial operava praticamente estável, com leve queda de 0,04%, cotado a R$ 2,2380.
Nesta sexta-feira, o IBGE revelou que houve um recuo de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano. Os analistas da Yield Capital destacaram a queda no investimento, que veio maior que o esperado tanto em relação ao trimestre anterior como a igual período do ano passado.
Para o gerente de renda variável da H.Commcor, Ari Santos, esse dado tem pouco efeito nas negociações desta sexta-feira porque o mercado já esperava um dado negativo.
— Não tem efeito porque esse dado já estava no preço. Já se sabia que teríamos um PIB fraco — explicou.
Quem sustenta a Bolsa em terreno positivo neste pregão é a Petrobras e o setor bancário. A expectativa é de divulgação de uma nova pesquisa eleitoral, dessa vez do Datafolha, após o fechamento do mercado. Quando esses levantamentos mostram avanço dos candidatos de oposição, os papéis de estatais e de setores que podem sofrer intervenção do governo tentem a subir.
Os papéis preferenciais (sem direito a voto) da Petrobras operam em alta de 1,09% e os ordinários (com direito a voto) registram alta de 1,21%. Já os bancos, que também possuem peso relevante no Ibovespa, operam em alta. Itaú Unibanco sobe 1,46% e o Bradesco, 1,85%. Mas a maior alta do setor ocorre nas ações do Banco do Brasil, que avançam 3,51%.
Por outro lado, a Vale continua pesando, devido ao preço do minério de ferro no exterior, que continua cotado abaixo dos US$ 90, uma desvalorização de mais de 30% no ano. As preferenciais caem 0,30% e as ordinárias recuam 0,10%.
— É a Vale que está novamente segurando a Bolsa, como já ocorreu na quinta-feira. Mas esse é um pregão de ajuste, devido à nova carteira teórica do Ibovespa que começará a vigorar na segunda-feira — explicou um operador de uma corretora paulista.
NOVO IBOVESPA
A BM&FBovespa divulgou nesta manhã a nova carteira Ibovespa que irá vigorar de setembro a dezembro. Na nova configuração, os papéis preferenciais do Itaú Unibanco tiveram a sua participação reduzida de 9,973% para 9,931%, mas seguem sendo a ação com maior peso na carteira. Já a Ambev ampliou o seu peso de 5,8% para 6,643%. A única ação a entrar na lista foi a Marcopolo, com uma participação de 0,217%, e que opera em alta de 4,46%. Já a MMX saiu da carteira.
— A Bolsa deve registrar no final do pregão maior volume de negociações , já que é o momento em que os fundos fazem o ajuste nas carteiras, tendo como base a nova carteira — explicou o operador.
CÂMBIO ESTÁVEL
O dólar comercial opera praticamente estável diante do real. Às 13h22, a moeda americana era cotada a R$ 2,2360 na compra e a R$ 2,2380 na venda, leve queda de 0,04%.
Na avaliação de João Paulo de Gracia Corrêa, da Correparti Corretora de Câmbio, o dólar está se valorizando frente a maioria das moedas fortes. No entanto, no Brasil o movimento é diferente devido aos dados ruins da economia brasileira. “Descolado do exterior o real apresenta valorização ante a moeda americana em dia de formação da Ptax de final de mês, expectativa da divulgação de pesquisa eleitoral e números ruins da economia brasileira, que abalam as pretensões de uma reeleição da atual presidente Dilma Rousseff”, afirmou, em relatório.

O Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, se sustenta em terreno negativo, apesar dos dados ruins sobre a atividade econômica no Brasil.

Às 13h22 de sexta feira (29), o indicador operava em alta de 0,77%, aos 60.756 pontos. Já o dólar comercial operava praticamente estável, com leve queda de 0,04%, cotado a R$ 2,2380.

Nesta sexta-feira, o IBGE revelou que houve um recuo de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano. Os analistas da Yield Capital destacaram a queda no investimento, que veio maior que o esperado tanto em relação ao trimestre anterior como a igual período do ano passado.

Para o gerente de renda variável da H.Commcor, Ari Santos, esse dado tem pouco efeito nas negociações desta sexta-feira porque o mercado já esperava um dado negativo.

— Não tem efeito porque esse dado já estava no preço. Já se sabia que teríamos um PIB fraco — explicou.

Quem sustenta a Bolsa em terreno positivo neste pregão é a Petrobras e o setor bancário. A expectativa é de divulgação de uma nova pesquisa eleitoral, dessa vez do Datafolha, após o fechamento do mercado. Quando esses levantamentos mostram avanço dos candidatos de oposição, os papéis de estatais e de setores que podem sofrer intervenção do governo tentem a subir.

Os papéis preferenciais (sem direito a voto) da Petrobras operam em alta de 1,09% e os ordinários (com direito a voto) registram alta de 1,21%. Já os bancos, que também possuem peso relevante no Ibovespa, operam em alta. Itaú Unibanco sobe 1,46% e o Bradesco, 1,85%. Mas a maior alta do setor ocorre nas ações do Banco do Brasil, que avançam 3,51%.

Por outro lado, a Vale continua pesando, devido ao preço do minério de ferro no exterior, que continua cotado abaixo dos US$ 90, uma desvalorização de mais de 30% no ano. As preferenciais caem 0,30% e as ordinárias recuam 0,10%.

— É a Vale que está novamente segurando a Bolsa, como já ocorreu na quinta-feira. Mas esse é um pregão de ajuste, devido à nova carteira teórica do Ibovespa que começará a vigorar na segunda-feira — explicou um operador de uma corretora paulista.

Novo Ibovespa

A BM&FBovespa divulgou nesta manhã a nova carteira Ibovespa que irá vigorar de setembro a dezembro. Na nova configuração, os papéis preferenciais do Itaú Unibanco tiveram a sua participação reduzida de 9,973% para 9,931%, mas seguem sendo a ação com maior peso na carteira. Já a Ambev ampliou o seu peso de 5,8% para 6,643%. A única ação a entrar na lista foi a Marcopolo, com uma participação de 0,217%, e que opera em alta de 4,46%. Já a MMX saiu da carteira.
— A Bolsa deve registrar no final do pregão maior volume de negociações , já que é o momento em que os fundos fazem o ajuste nas carteiras, tendo como base a nova carteira — explicou o operador.

Câmbio Estável

O dólar comercial opera praticamente estável diante do real. Às 13h22, a moeda americana era cotada a R$ 2,2360 na compra e a R$ 2,2380 na venda, leve queda de 0,04%.

Na avaliação de João Paulo de Gracia Corrêa, da Correparti Corretora de Câmbio, o dólar está se valorizando frente a maioria das moedas fortes. No entanto, no Brasil o movimento é diferente devido aos dados ruins da economia brasileira. “Descolado do exterior o real apresenta valorização ante a moeda americana em dia de formação da Ptax de final de mês, expectativa da divulgação de pesquisa eleitoral e números ruins da economia brasileira, que abalam as pretensões de uma reeleição da atual presidente Dilma Rousseff”, afirmou, em relatório.

Via: TN Petróleo – Novidades

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